Nesse sentido, frisou que a aquisição destas habitações tem como objectivo promover “uma injecção de liquidez e o consequente estímulo do mercado da habitação, nomeadamente a consolidação das empresas de construção civil e a manutenção dos postos de trabalho”.
Na cerimónia hoje realizada no Palácio de Santana, em Ponta Delgada, a que assistiu o presidente do governo regional, Carlos César, e o vice-presidente do executivo, Sérgio Ávila, foram assinados os contratos de compra das habitações com duas dezenas de empresas imobiliárias e de construção.
Segundo a secretária regional, a aquisição destas habitações é uma das medidas definidas pelo executivo para “atenuar os efeitos da conjuntura económica e financeira internacional”.
No total, foram adquiridas 274 habitações, nas ilhas de S. Miguel, Terceira e Faial.
O conjunto inclui 26 habitações T1, 166 T2, 75 T3 e sete do modelo T4.
As habitações hoje adquiridas foram seleccionadas num concurso promovido pelo governo regional, em que participaram 21 empresas, que disponibilizaram um total de 470 habitações.
Numa altura em que “o recurso ao crédito se afigura difícil”, o executivo vai agora iniciar o processo de atribuição destas habitações, por concurso, em regime de arrendamento com opção de compra.
Lusa