O Sindicato da Construção denunciou hoje a escalada de situações de “escravatura” de trabalhadores portugueses do setor, quer em Portugal, onde recebem 300 euros mensais, quer no estrangeiro, para onde são levados por “angariadores” e “redes mafiosas”.
Em conferência de imprensa no Porto, o presidente do sindicato, Albano Ribeiro, disse ter agendada para quarta-feira uma reunião com o secretário de Estado das Comunidades para o alertar para a situação e para o seu previsível agravamento.
“As obras de pequena dimensão, na área da requalificação urbana, estão a aparecer como cogumelos em Portugal – e ainda bem – mas a escravatura vai aumentar porque se querem aproveitar de as pessoas não terem trabalho”, afirmou.
Lusa